sábado, 19 de janeiro de 2008

O Barco bêbado.

Sou um barco bêbado sem âncora,
navegando por mares distantes a busca
de algo que me faça sentir a luz do
dia que acaba de nascer.

Sou a confusão e a velocidade dos
pensamentos que não para de chegar
e ir, sem despedidas ou fotos de
recordações para amanhã.

A normalidade de todo esse caos e
a falsa organização. O Veneno que
você sempre deseja mais uma dose
desse pularóide dos anos 80.

Ainda assim a marginalidade que brinca
com as palavras e imaginação de ver a
realidade e o que nunca existiu ainda.

A forma resumida da intraexplosão de
pensamentos caóticos e ilusionistas.

Carlos Henrique.

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