Sou um barco bêbado sem âncora,
navegando por mares distantes a busca
de algo que me faça sentir a luz do
dia que acaba de nascer.
Sou a confusão e a velocidade dos
pensamentos que não para de chegar
e ir, sem despedidas ou fotos de
recordações para amanhã.
A normalidade de todo esse caos e
a falsa organização. O Veneno que
você sempre deseja mais uma dose
desse pularóide dos anos 80.
Ainda assim a marginalidade que brinca
com as palavras e imaginação de ver a
realidade e o que nunca existiu ainda.
A forma resumida da intraexplosão de
pensamentos caóticos e ilusionistas.
Carlos Henrique.
sábado, 19 de janeiro de 2008
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