domingo, 25 de maio de 2008

Olhos.

São eles assim sempre ilucidos?
Não consigo ver nenhuma verdade além
do prazer, do nosso verdadeiro instinto.
Mesmo assim, te quero.

Você não sai do meu pensamento.
Hoje eu acordei e te quis aqui por perto,
mas não sabia que estava por ai.

Busco uma resposta que acalme meu coração.

Talvez possa te amar antes do tempo que você estatiza
mas sei que quero conhecer além dessas entranhas
e flores, é isso que acho que seja amor.

Não tenha medo.
Não precisa ser tudo igual.
As flores ganham cor e cheiro.
Venha...


Carlos Henrique.

2 comentários:

Lorscheider disse...

Texto de grandississimo quilate que parece revelar um poeta preocupado com o outro. E quem foi que disse que o poeta deve ser egoista? Este que se desnuda diante de mim é um tanto acolhedor, um tanto possível e um todo, completamente todo, UNIVERSAL. Porque sabe o que faz e o que faz, faz com simplicidade.
Lorscheider

Anônimo disse...

Pra criar não é necessario apenas criatividade, tem que ter o dom...
tem que fazer com que as pessoas se perguntem pelo certo e o incerto.

gostei muito.