terça-feira, 17 de junho de 2008

Amor, meu extinto!

E tudo anda muito estranho, meu corpo, minha mente, meus desejos.
Ando por ai correndo em busca de uma casinha sem muitas emoções,
apenas a calmaria para me sentir meu.
Mas Nenhuma esquina desse mundo oferece paz.

Nessa corrida maluca de paixão, sinto ventos que não me levam
adiante apenas me sacode e joga para mais um vendaval.
Assim que tem que ser, assim que é para aqueles que buscam
sentir o que o mundo tem a oferecer.

Na dúvida do amor, e na certeza da paixão, é assim que sigo em frente.
Sem sonhar dormindo para ver o sol nascer junto ao seu corpo
sedento de pecados que minha alma anseia.
Busco o meu ponto de equilíbrio no caos da certeza do amor.
Meu amor, oh meu amor, não sofra com a verdade sonhe com a
mentira do verdadeiro amor.

Sei que já não me preocupo tanto assim que era de costume.
Isso já não tem mais o mesmo valor para o meu universo.
Eu, você, nós...Somos tão assim, estranhos que não podemos mudar
o que o desejo nos impõe de ser assim, como eu vim.

Invento certeza sobre o que venha ser viver bem!
Eu não vou desistir se eu ainda creio em mim e no amor, no bom amor.
Eu faço...
Eu faço!

E eu não acredito em nada além do meu prazer e desejo!

Carlos Henrique.

4 comentários:

Anônimo disse...

"E eu não acredito em nada além do meu prazer e desejo!"

Isso ficou bem a sua cara!
;)

Unknown disse...

Poeta...

Como não acreditas no amor.
É para ele q deve escrever.
Mas não se preocupe, um dia esse tal de amor te encontra, nem adianta pocurar por ele.
Quando vc ver precisará dele como o ar q respiras.

Bjosssss

Unknown disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jennyfer Nahary disse...

:D