sexta-feira, 8 de agosto de 2008

E hoje?

A ilusão já não supre a minha necessidade diante dessa
imensidão, muito menos tanta realidade em questão
de minutos. Como se a saída para a felicidade seja o
egoísmo, e um momento de reflexão seja a angústia.

Seus olhos já não conseguem esconder a mentira de um
coração qualquer, nem mesmo o seu.
Não venha me perguntar o que seja verdade ou não!
Não se questione o por que que o prazer sempre será
os nossos segredos, só nossos...

Acredito que a verdade nos traz paz.
Sejamos felizes com o que fazemos, sentimos, pensamos,
falamos, esperamos e desejamos, que tudo seja pela
verdade, sua própria verdade, a minha verdade.

A minha verdade não anula a sua, mas em alguns momentos
sei que elas não se entendem, não sei o motivo.
Já não sei nem qual seu motivo de ainda estar aqui.
Tem motivos?
Ou obrigações imaginárias?
Pode ser a sua pequena necessidade de ainda alimentar
a fé que há dentro de um coração de mil verdades.

Hoje o que nos faz bem?
A obrigação?
Ou a fé?

Carlos Henrique.

2 comentários:

Anônimo disse...

O motivo disso tudo eu ja não sei...nem vou me deter a isso...

Deixa ficar assim...o seu...o meu...o nosso mundo.
A minha verdade e a sua.

mais uma pessoa disse...

"Já não sei nem qual seu motivo de ainda estar aqui.
Tem motivos?"
Quero saber,pois esta tudo fugindo do controle,e a confusão ainda me percegue.

Adorei esse poema muito bom mesmo,como todos os outros que você faz!!^^

Sinta-se beijado e abraçado.