terça-feira, 16 de setembro de 2008


Totalmente entregue ao mundo cor de rosa do amor.

Esses dias que passaram, tenho me sentido mais feliz.
Não que a felicidade seja ecstasy intensos e constantes
de alegrias bobas. Não! Não acredito nesse tipo de felicidade.
Acredito que existe momentos felizes, e logicamente estar vivendo
mais momentos felizes que não felizes é ser feliz, um pouco mais.

Em uma dessas reflexões entrei no questionamento sobre
o acontecido no qual mais aprendi.
Pensei por alguns quarteirões enquanto caminhava escutando um
som qualquer, pensei dentre muitas fases de um ser comum suburbano.
Noites, sexo, rock, drogas(licitas?), amigos, amores e etc.

Fui pensando em cada detalhe dessas cartilagem que passei, acredito
que passamos, a maioria que se joga para saber o sabor do prazer;
O que sempre não entendia era o motivo de todos serem um tanto
quanto egoísta, acho que as coisas boas da vida tem que ser compartilhadas.

Noites foram clareando as flores que passavam e o que sempre restava
era mais desejos egoístas canibais.
...(risos)...
Quanto mais eram saciados mais gerados ali eram, involuntariamente.
Eu juro!
...(mais risos)...

Tudo vai ficando muito simples, prático, normal, e o normal para minha
vida é nunca parar de viver.

O tempo passa...
Mudamos o tempo inteiro.

E onde isso iria chegar?

Comecei a admirar uma família!

hãããã?
Como assim?

Comecei a buscar uma cura consciente e verdadeira para o egoísmo
que há dentro de mim, concerteza é diferente do que há em você.
Buscando a resposta comecei a analisar o comportamento de um PAI.
Um PAI, realmente de verdade, presente que eduque com seus valores
e flexões para a evolução do mundo.

Fiquei bobo ali, como uma criança na frente do parque de diversões.
Com o olhos sem piscar, vendo milhares de imagens de uma família
linda, unida e com os demais valores esquecidos hoje, quando acordei...

- BIIIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Estava na frente de um semáforo aberto(rs).
Pedi desculpas e segui em frente.
Quando chego em casa fiquei pensando naquela energias que
havia me dominado e feito reflectir.

Que um filho não significa trabalho ou sacrifício para nenhuma
das partes, e sim uma escola para o resto da vida!

Aprendi que o tempo que passa eu não te ensina, ele te garante
que ainda tem tempo para aprender sempre.

Luz a todos.
Com amor.

Carlos Henrique.

3 comentários:

A. Maia disse...

ah o amor, sentimento ki ao msm tempo ki te prende te liberta...
o amor
o amor

ahhhhhhh

o amor!

Anônimo disse...

é verdade...
um filho é uma escola pra vida inteira!!
muito bem!

Ana disse...

Já pensou em fazer jornalismo? sério... toda vez que leio teus textos mais fico impressionada...
beijos