
O cheiro da esperança.
Entre tantas você me aparece, me faz surgir em meio
ao presente que já não havia.
Seus lábios me transporta a novos presentes deixando
o agora para ontem.
Assim te encontro até de olhos fechados, pela a
lembrança que você deixo antes de sair.
Quando o dia clareou a porta ainda estava aberta
foi quando percebi que para você não existe porta!
É difícil viver a verdade sem entende-la.
Entender que nenhum fracasso me fará desistir...
E o meu prazer se decifra quando você vai...
Misturado a migalhas de insonia em pó. O vento
te levou para outro canudo escuro da insonia.
Distorção da verdade, dúvida do que se ver,
corro para abraçar a sua miraje.
Meu corpo exausto se espalha no sujo chão da solidão
a te procurar a qualquer metro acima do meu nariz.
Nariz que já não sente mais o cheiro
de qualquer coisa que me traga lembrança.
O cheiro do medo.
Do seu medo de ver
que a verdade não é
minha e nem sua.
O silêncio é o que resta.
É o meu caminho até ti.
O silêncio entre nós.
Carlos Henrique.
4 comentários:
A esperança...a única que resta.
Quando tudo parece que de repente a magia acabou.E essa verdade? Uma verdade que nunca reconhece a outra.Essa verdade que ninguém sabe! Será que existiu mesmo verdade?
Ou será que vivemos sempre vagando na mentira alimentando uma vaidade de pensar que estamos amando de verdade? Perguntas sem respostas.
As verdades sempre estão mudando e podem se tornar mentiras, não?
Beijos
Entra-se a indagação... Será q existe verdade absoluta? ou seria verdades existencias? ou verdades circunstâncias? ou ainda segundo um grande autor,há sim, uma verdade absoluta, um todo, +nós é q a percebemos de formas relativas, circuntâncias e existencias? é a vida um constante emaranhado de dúvidas e incertezas... Mas resta a nós, meros mortais ( em relação a matéria), a utópica esperança...
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