quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Minha Religião é o Prazer!





Confesso que quando te vi ali sentadinha a minha única vontade
seria pegar com uma certa força por o seu braço e te levar
a um local mais calmo, um pouco mais escuro e quente.
Talvez você pudesse me inibir por essa atitude tão enérgica,
mas e dai? Tanto faz ... Queria você a todo preço, a todo
custo, a qualquer perigo.
Te pego pelo o braço e você me olha com um olhar de assustada
sem entender o que real estaria acontecendo...
E me pergunta:
- Para onde estamos indo?
Apenas olho para você e continuo a andar....
- Para estamos indo seu filho da puta?
- Não interessa, venha!
Encontro aquele lugar na esquina, já são mais ou menos 01:30 da
madrugada, não deve passar muita gente interessada no que possamos
fazer ou não, então relaxe a sua mente.

Te ponho contra a parede... Seu peito com o meu.
Posso sentir o seu mamilo rígido do frio encostar no meu piercing.
Te puxo um pouco mais de agressividade para dentro de mim,
posso sentir o seu suor me aquecer, o meu corpo pulsando,
a minha batida de encontro a sua, olho bem nos seus olhos,
não precisa dizer nada, seus olhos de ressaca já me fala
tudo que devemos fazer.
Vejo sua boca, seus lábios retilineos, proporcionais,
um tanto quanto volumosos, aquilo me dá água da boca...
Passo levemente a minha língua nos seus lábios enquanto a minha
mão segura seu cabelo, sua pele clara e delicada, parece que
ela me electriza a mente, só em sentir um pouco da sua energia.
E por fim nossas línguas se encontram, uma abraça a outra
sem nenhum perfil, nenhuma diplomacia e logo minha mão larga
seus cabelos, que por sinal já estão todos embaraçados.
Seu corpo parece um escorregador, da visão que tenho daqui...
Minha mão vai caindo descendo por todas a suas entranhas,
aperto um pouco com força a sua bunda deliciosa por baixo
desse vestidinho que adoro.
Seu mamilo passa entre os meus dedos, posso senti-los
cada vez mais rígidos... Quando suas unhas cravam em minhas costas e nuca.
Adoro quando você me chama: CACHORRO!!!
Não canso de te beijar, e sem nenhum controle ou equilíbrio dos meus
atos, eles parecer terem vida própria, sou apenas um instrumento de
transmissão para que eles existam.
Meus dedos, vão nos caminhos da sua virilha, até encontrar a sua calcinha.
Sinto úmida, e sinto o tecido de seda, aquilo deixou o meu pau a todo
vapor, sinto como se ele quisesse pular da calça.

Meus dedos levemente começam a sentir toda sua humicidade, enquanto
minha língua derrete a sua saliva na minha.
Mais delicado ainda o carinho que seu clitórs recebe, quando não
aguento mais te olho, e suplico:
- Quero te chupar!
- Então chupa!
- Chupo!

Me ajoelho na altura da sua xotinha, que por sinal estava linda, com
aquele modelo móicano que adoro...
Olhei bem para ela, e disse: Como você é bela!
Ela parecia estar sorrindo para eu beija-la...

(risos)


Foi isso que aconteceu... Minha boca toda a cercou, pude
xupar todos
seus lábios, minha língua entrava macia em você, quando olhava para cima
você estava com suas duas mãos empurrando mais a minha cabeça contra você.
Via suas pernas relaxar e contrair ao mesmo tempo, era tudo muito rápido...
Fui passando a minha língua úmida por toda sua xota que confesso estar
completamente dedicado a ela... Ela me apaixonou!
Depois você me puxou, me colocou na parede, ainda com a sua humidade em meus
lábios fiquei te olhando, abriu a minha calça e baixou o meu zipper, se ajoelhou
e começou a me xupar, aquilo me levou a outro além onde ainda não
conhecia, não conseguia sentir nada além de nós, derrepente todas as pessoas
somem do mundo, estamos só nós dois ali...
Você xupa gostoso e parece gostar do que faz, pois faz com muito carinho
e amor, o que me faz ir em qualquer lugar do espaço.
Quando pedi para você parar um pouco pois iria gozar, puxei seu cabelo!
Você se levantou me deu um beijo que perdi o meu fôlego, ficou passando
o meu pau na sua xaninha extremamente molhada, quando não se tinha mais
ar para se perder te ponho contra a parede, de costas para mim, consigo ver
todo o seu cabelo de lado, suas duas mãos na parede e você me olha e diz:

- Você pensa que vai me comer seu Filho da
puta?
- (???)
- Não vai não seu cachorro!

Vamos ali comprar mais cervejas e cigarros...

Seu cheiro ficou empreginado em meu nariz...!

Adorei seu gosto!


Goza para mim?




Luz e amor a todos...!


Carlos Henrique.

7 comentários:

Anônimo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

Pensando...
Coisas feias, sujas ,mas sagradas.
A vontade...
Somente a vontade.
Imaginando...
Posso imaginar o momento..
Posso sentir o gosto salgado de cada gota de suor que sai dos poros.

Anônimo disse...

hm...
quente..!!
pensamentos férteis..!!

Anônimo disse...

ai ai
por um momento me senti a própria garota!!me faltou o ar!!
show de bola...

A. Maia disse...

noooooossa!

Carlos de Thalisson T. Vasconcelos disse...

Este jeito de relatar ou mesmo escrever sobre um relacionamento em aventura foi singular. Quando criança e até os princípios de minha adolescência, li muitos contos eróticos... Mas não tinham sentido algum, pelo menos a maioria. Com excessão dos erros gramaticais e contextuais, afirmo: bom texto.

Unknown disse...

cachorro!!! rsrsrsr